terça-feira, 30 de junho de 2009

Prefeito ribeironense

Avelino Rodrigues da Silva, oficial do cartório de registro civil de São José do Ribeirão, foi o único ribeironense que chegou ao cargo máximo do Poder Executivo do Município de Bom Jardim.

Vice-prefeito na chapa que elegeu o prefeito Diácano Alves Vieira, Avelino assumiu a prefeitura durante 60 dias de licença do prefeito (entre abril e junho de 1960).

Na foto, a posse de Diácano e Avelino, em 31 de janeiro de 1959, na Câmara Municipal.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Paulo Reis tem poesia publicada no site João do Rio

O site http://www.joaodorio.com/ é uma homenagem ao cronista Paulo Barreto (1881-1921) cujo pseudônimo era João do Rio.
O ribeironense Paulo Reis teve o poema "Brasil" publicado nesse site (na lista, logo após Pablo Neruda). Veja a seguir a reprodução da introdução do conteúdo da citada página:

"POÉTICA MESCOLANZA

O título desta seção se originou do livro de poesia Mescolanza, de Cristina da Costa Pereira que, como o nome revela – miscelânea –, compõe-se de poemas das mais diversas tendências literárias, e temáticas. Por isso, há poesia de pessoas que sequer publicaram um livro, de poetas que já têm livros publicados, e de poetas e poetisa consagrados, brasileiros e portugueses, espanhóis e africanos de língua portuguesa. Além de mostrar a tradição literária e as inovações de linguagem na literatura, revela o abrangente panorama literário contemporâneo brasileiro".

Visite o site e leia as poesias. O Bonde Blog recomenda!


Mais informações sobre João do Rio:

João do Rio foi o pseudônimo mais constante de João Paulo Emílio Coelho Barreto, escritor e jornalista carioca, que também usou como disfarce os nomes de Godofredo de Alencar, José Antônio José, Joe, Claude, etc., nada ou quase nada escrevendo e publicando sob o seu próprio nome. Foi redator de jornais importantes, como "O País" e "Gazeta de Notícias", fundando depois um diário que dirigiu até o dia de sua morte, "A Pátria". Contista romancista, autor teatral (condição em que exerceu a presidência da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, tradutor de Oscar Wilde, foi membro da Academia Brasileira de Letras, eleito na vaga de Guimarães Passos. Entre outros livros deixou "Dentro da Noite", "A Mulher e os Espelhos", "Crônicas e Frases de Godofredo de Alencar", "A Alma Encantadora das Ruas", "Vida Vertiginosa", "Os Dias Passam", "As religiões no Rio" e "Rosário da Ilusão", que contém como primeiro conto a admirável sátira "O homem da cabeça de papelão". Nascido no Rio de Janeiro a 05 de agosto de 1881, faleceu repentinamente na mesma cidade a 23 de junho de 1921.


In: http://www.releituras.com/joaodorio_menu.asp (29/06/2009)


"Do folhetim à crônica atual

No tempo de Paulo Barreto (1881-1921), por exemplo, era apenas uma seção quase informativa, um rodapé onde eram publicados pequenos contos, pequenos artigos, ensaios breves, poemas em prosa, tudo, enfim, que pudesse informar os leitores sobre os acontecimentos daquele dia ou daquela semana, recebendo o nome de folhetim. Acontece que Paulo Barreto percebeu que a modernização da cidade exigia uma de comportamento daqueles que escreviam a sua história diária. Em vez de permanecer na redação à espera de um informe para ser transformado em reportagem, o famoso autor de As religiões no Rio ia ao local dos fatos para melhor investigar e assim dar mais vida ao seu próprio texto: subindo morros, frequentando lugares refinados e também a fina flor da malandragem carioca, João do Rio (seu pseudônimo mais conhecido) construiu uma nova sintaxe, impondo a seus contemporâneos uma outra maneira de vivenciar a profissão de jornalista. Mudando o enfoque, mudaria também a linguagem e a própria estrutura folhetinesca.


Com essa modificação, João do Rio consagrou-se como o cronista mundano por excelência, dando à crônica uma roupagem mais "literária", que, tempos depois, será enriquecida por Rubem Braga: em vez do simples registro formal, o comentário de acontecimentos que tanto poderiam ser do conhecimento público como apenas do imaginário do cronista, tudo examinado pelo ângulo subjetivo da interpretação, ou melhor, pelo ângulo da recriação do real. João do Rio chegava mesmo a inventar personagens, como o Príncipe de Belfort, e dava a seus relatos um toque ficcional. Com isso ele também prenunciou que a crônica e o conto acabariam em fronteiras muito próximas. Sua linha divisória - às vezes, bastante tênue - é a densidade. Enquanto o contista mergulha de ponta-cabeça na construção do personagem, do tempo, do espaço e da atmosfera que darão força ao fato "exemplar", o cronista age de maneira mais solta, dando a impressão de que pretende apenas ficar na superfície de seus próprios comentários, sem ter sequer a preocupação de colocar-se na pele de um narrador, que é, principalmente, personagem ficcional (como acontece nos contos, novelas e romances). Assim, quem narra uma crônica é o seu autor mesmo, e tudo o que ele diz parece ter acontecido de fato, como se nós, leitores, estivéssemos diante de uma reportagem."


SÁ, Jorge de. A crônica. 3 ed. Série Princípios. São Paulo: Ática, 1987. p. 8 e 9.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O coreto da igreja

De formato circular, com teto de zinco e simpática escadaria de alvenaria, o coreto fica localizado no alto da colina, ao lado da igreja matriz de São José. É um mirante de onde se vislumbra a Praça Pe. Sebastião Gastaldi e o centro de São José do Ribeirão.


Inaugurado em maio de 1954, o coreto foi construído na gestão do prefeito Edmo Erthal.

sábado, 20 de junho de 2009

Garota Bom Jardim 2009

19-06-2009- A Secretaria Municipal de Turismo, Esporte, Cultura e Lazer – TECLA realizou nessa noite a edição 2009 do concurso para escolher a Garota Bom Jardim. A vencedora representará o município em eventos e concursos ao longo do ano.

Antes do desfile houve um coquetel no Salão Marino Pinto, Casa da Cultura Mário Machado Nicoliello, servido para as candidatas, seus pais, jurados e funcionários que trabalharam na organização do evento. Os jurados, até aquele momento desconhecidos de todos, pois seus nomes não foram divulgados, tiveram a oportunidade de começarem a avaliar as candidatas durante esse evento preliminar.

Na foto, feita durante o coquetel, as candidatas com Descio Frerie, 
Secretário Municipal de Turismo, Esporte, Cultura e Lazer.

Após o coquetel as candidatas foram transportadas num furgão até o local da realização do desfile, a Praça João Almeida, no centro da cidade. Foi montada, além do palco, a passarela para o desfile e uma arquibancada.

Ao final, duas ribeironenses ficaram classificadas entre as três vencedoras. Luciana, moradora do Laranjal, estudante do Colégio Estadual Ramiro Braga, ficou em 3º terceiro lugar. Juliane, residente no centro de São José do Ribeirão, é aluna do Colégio Estadual Professor João Brasil, e conquistou o 2º lugar.

Na foto, a partir da esquerda: Juliane, Lahys e Luciana.

Lahys foi a vencedora. Ela mora no bairro Jardim Ornellas, em Bom Jardim, e está cursando Estética no SENAC.

Foto: Lahys, a Garota Bom Jardim 2009.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

SMUR na festa de Santo Antônio

13-06-2009 - A Sociedade Musical União Ribeironense - SMUR - fez uma apresentação na tradicional festa de Santo Antônio, na comunidade do Córrego Santo Antônio, distrito de Barra Alegre.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A bruxinha que era boa

Em 1991 o grupo teatral ribeironense “Arte & Manha” apresentou a peça infantil “A bruxinha que era boa”, de Maria Clara Machado.

O elenco era composto por: Marlize Rodrigues da Silva (diretora / Bruxa Caolha), Maria Elizabete Heggedorne (Bruxa Chefe), Ricardo Beltrão (Belzebu), Joelson Rodrigues Veloso (Pedrinho), Joelma Moura Pereira (bruxinha Ângela), Amarildo Moura Pereira (Ferdilhaço), Vera Lúcia Thurler (Bruxa Fredegunda), Patrícia Pereira Lopes (Bruxa Fedorosa), Aline (...) (Bruxa Fedelha), José Américo Carvalho Machado (patrocinador e apresentador), Rosemeri Moura e Jardel da Silva Beltrão (iluminação, sonoplastia e contra-regra).

As apresentações aconteceram na sede da banda Sociedade Musical União Ribeironense.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

O Colégio Santo Agostinho e São José do Ribeirão

O Colégio Santo Agostinho está localizado em terreno no centro de Bom Jardim. E o que teria essa escola em comum com São José do Ribeirão?

Em outubro de 1961 o Frei Francisco Spotto, da Ordem dos Agostinianos Descalços, assumiu a Paróquia de São José do Ribeirão. Em 1962 o frei fundou um seminário na localidade, que não foi adiante por falta de recursos. Era o Seminário Santo Agostinho.

Dois anos depois o Frei Francisco assumiu a Paróquia de N.Sra. da Conceição em Bom Jardim e no ano seguinte a Ordem assumiu a administração do extinto Ginásio Bom Jardim. Com a doação de terreno feita em 1966 para a Ordem dos Agostinianos Descalços, pode ser iniciada a obra de construção do Colégio Santo Agostinho, que foi inaugurado em 1971( faltando concluir a capela). Somente em 5 de março de 1972 é que o Colégio foi inaugurado solenemente.

Atualmente o Colégio abriga também um seminário.

Pode-se dizer, portanto, que o Colégio Santo Agostinho nasceu em São José do Ribeirão e cresceu em Bom Jardim...
Veja mais sobre o Colégio em:

terça-feira, 16 de junho de 2009

A inauguração da Praça Padre Sebastião Gastaldi

Foto cedida por Edda Maria Balbi.
Corria o ano de 1942. O prefeito era Celso Peçanha e o vigário da paróquia era o Padre Júlio Billot. A vila de São José do Ribeirão estava com seu nome alterado para “Vila Ribeirão”, por iniciativa do governo municipal.

Assim foi que em 12 de abril daquele ano aconteceu a inauguração da praça central do povoado: a praça Padre Sebastião Gastaldi (foto). Dia festivo, com bandeirinhas e banda de música (foto – recorte do jornal “A Verdade”).

No seu discurso, feito no novo coreto (foto – recorte do jornal “A Verdade”), o prefeito falou sobre seus projetos.

Lendo a matéria do jornal “A Verdade” nota-se claramente a sua posição parcial a favor do poder dominante na época, como é muito comum até os dias de hoje nas cidades pequenas, salvo raras exceções.

domingo, 14 de junho de 2009

A fundação da Sociedade Musical União Ribeironense


Edith Rodrigues da Silva era professora da escola pública de São José do Ribeirão. Conversando com seus alunos, manifestou seu desejo de fundar uma banda música na vila, pois as festas locais eram animadas por bandas de outras cidades. Muitos alunos se animaram com a idéia e, vez por outra, lembravam a professora e a incentivavam para que tivesse a iniciativa. Mas ela não sabia música...

Um dia a oportunidade chegou personificada no jovem Luiz Gonzaga Caputo Faria, músico da Sociedade Musical Beneficente Euterpe Friburguense, do vizinho município de Nova Friburgo. Luiz Faria começou a namorar uma moça de família ribeironense (com quem viria a se casar mais tarde) e passou a freqüentar a localidade nos fins-de-semana.

A professora Edith não perdeu a chance: apresentou a idéia ao Faria, que abraçou o projeto sem pestanejar. Estava dado o primeiro passo para a concretização do sonho de criar a banda de música em São José do Ribeirão.

A partir daí foi trabalho e mais trabalho, despesas e apoios. Luiz Faria ensinava música gratuitamente, em sala da residência da professora Edith; esta buscava apoio e recursos financeiros para adquirirem instrumentos.

Os primeiros instrumentos, usados, foram adquiridos da banda Euterpe Friburguense, que doou alguns também para a co-irmã. Outros instrumentos foram doados por políticos, a pedido de Avelino Rodrigues da Silva, pai de Edith, que tinha contatos nessa esfera.

Em poucos meses os aprendizes executaram, na rua, sua primeira música. Era o Dobrado São José, composto pelo mestre Luiz Faria.

A banda já funcionava havia alguns meses quando foi oficialmente fundada no dia 13 de outubro de 1957.

Sua sede foi construída poucos anos depois, em terreno abandonado, doado pela prefeitura na gestão do prefeito Diácano Alves Vieira. Por essa época várias pessoas já abraçavam a iniciativa e muito colaboraram na construção da sede da banda.

sábado, 13 de junho de 2009

Corpus Christi

Em 11 de junho, quinta-feira, a comunidade católica ribeironense celebrou o dia de Corpus Christi.

Jovens elaboraram o tradicional tapete com símbolos e mensagens católicos, usando como base o pó de serra. Pouco antes da procissão foram colocados também, sobre plásticos, cobertores doados para serem distribuídos aos necessitados.

A missa foi seguida de procissão acompanhada pela banda União Ribeironense, que executou hinos católicos tradicionais.
Em diversas casas ao longo do trajeto da procissão foram montados altares floridos, com toalhas brancas, imagens e adornos.
“Corpus Christi” em latim quer dizer “Corpo de Cristo”. A data foi adotada pela igreja católica para comemorar a presença real de Cristo na Eucaristia. Os católicos acreditam que na Eucaristia ocorre a transmutação da hóstia em corpo de Cristo e Vinho em Sangue de Cristo (conhecido como o Santíssimo Sacramento do Corpo e Sangue de Cristo ou Sétimo Sacramento).

COMO DATA É COMEMORADA - Na celebração de Corpus Christi temos uma missa solene, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ale é alimentado com o próprio corpo de Cristo. Durante a missa o sacerdote consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

ORIGEM DA COMEMORAÇÃO - A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teve visões de Jesus Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Em 1264, o papa Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. No Brasil, a festa passou a ser oficial em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.

Veja mais em:

http://www.adoracaoaosantissimo.com.br/artigos009.htm

Grupo folclórico de mineiro-pau


No início da década de 1980 foi criado em São José do Ribeirão um grupo de mineiro-pau. Seus fundadores foram Antônio de Pádua Rodrigues da Silva (o “Toninho da Edith”) e Joaquim Ribeiro da Silva.

Existem pelo menos três tipos de mineiro-pau, conforme sua origem (indígena, escravos africanos e arábica), assim como diversas denominações (maneiro-pau, manejo o pau, coco de cacete, ...)

Formado apenas por homens, o grupo ensaiava ao ar livre, na praça, e se apresentava em festas populares (em escolas, capelas e na própria localidade).

A foto é de 1984 e está faltando o Toninho, um dos fundadores. Joaquim é o terceiro a partir da esquerda, sentado.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Esporte radical: parapente na Pedra da Simpatia


Há alguns anos a pedra da Fazenda Simpatia tem sido usada como ponto de decolagem de adeptos do parapentismo.

Do cume da montanha granítica conhecida como Pedra da Simpatia é possível avistar o centro de São José e um bairro do Amparo, além da Pedra de Santa Tereza, em Banquete, dentre outras. Descoberta no final do século passado por entusiastas de esportes radicais, a rampa é acessível a pé passando pelo sítio Pedra dos Gatrus.

A caminhada é leve e com avistamentos deslumbrantes, mas um pequeno trecho de pedra nua (menos de 10 metros) é perigoso. Nesse trecho há um abismo à direita. Os usuários instalaram uma corda no local, o que dá uma sensação de segurança. Mas não tente passar com calçado inadequado ou escorregadio!

Mais informações em:

domingo, 7 de junho de 2009

Cloy Dias Dutra e a maior laranja do Brasil

A maior laranja do Brasil era de São José do Ribeirão. Na foto, Cloy (em primeiro plano) recebendo homenagem na Câmara de Vereadores.

Veja mais detalhes a seguir.

"Cloy Dias Dutra de 80 anos, cultivou em seu pomar uma laranja que chegou a pesar 3,210 kg e 70 cm de circunferência, no Sítio Vista Alegre , em São José do Ribeirão - RJ (Bom Jardim), e foi homologado pelo RankBrasil, Livro dos Recordes Brasileiros.
Especialista em enxertos e técnicas de plantio, Cloy exibe com orgulho a laranja que pertence à variedade grape-fuit (americana, mas de cultivo bem adaptado ao clima tropical do Brasil).

“Devido as fortes chuvas e vendavais, a fruta caiu do pé e rachou, senão teria crescido mais” afirma o agricultor. Ele disse ainda que costuma retirar parte das frutas de cada laranjeira, deixando apenas uma em cada galho, o que pode ter propiciado o crescimento fora do comum da laranja.
Fazendo jus ao nome do município, Bom Jardim, o Sr. Cloy é um exemplo de dedicação e respeito à terra e à natureza e muito conhecido por todos na cidade. A região cultiva também, uma laranjinha japonesa, conhecida como quincan, que é a menor do mundo. Para comparar com a “super laranja”, o quincan aproxima seu tamanho com o de uma bolinha de gude, medindo em torno de 2 cm de circunferência e pesando cerca de 10 g .
A laranja gigante, que levou de quatro a cinco meses para ficar madura, e sem qualquer tipo de adubo, assemelha-se ao tamanho de uma melancia pequena.

Cloy participou de vários cursos e projetos de paisagismo, jardinagem, urbanização em bairros, enxertos de frutas cítricas e rosas, entre muitas outras, participou também, como expositor em todas as exposições realizadas no município, entre o período de 1980 e 1995.

Redação: - Cristina Cadari - 06/03/2006"
In:
http://www.rankbrasil.com.br/Recordes/Materias/?Maior_laranja_do_Brasil+753&Grupo=3


Mas o recorde do Cloy já foi superado. Uma laranja bahia agora é a maior laranja do Brasil. Leia detalhes a seguir.


"No Sítio Catu, localizado no município de Piranbu – SE, o proprietário Senhor Ruben Gomes dos Santos colheu a “Maior Laranja" do Brasil, superando o recorde já homologado pelo RankBrasil.

Há três anos e meio o proprietário cultiva laranjas em sua propriedade, a incrível fruta pesa 3,44 kg e mede 77 cm de circunferência, foi cultivada por plantio direto, ou seja, por muda, e foi utilizado apenas adubo orgânico como agente fertilizante. A laranja é do tipo Bahia, foi a partir dessa variedade da fruta que a citricultura virou um ramo peculiar da agricultura no Brasil.Sr. Rubens conta que nunca havia colhido frutas com medidas fora do normal, mas que já existem seis laranjas em desenvolvimento. "

Inauguração do Grupo Escolar Professor João Brasil

Em 21 de abril de 1962 foi inaugurado o novo prédio do então Grupo Escolar Professor João Brasil. Na foto, as professoras e diretoria da escola naquela ocasião.




Banda de música, autoridades, professoras, alunos e pessoas da comunidade compareceram para o festivo momento da inauguração do novo prédio do Grupo Escolar.


Antes dessa data a escola pública funcionou em casas adaptadas como escolas. Esse prédio foi o único construído de acordo com as normas de engenharia educacional vigentes àquela época.

A diretora do Grupo Escolar era a professora Enedina dos Santos Erthal, que dirigiu a escola entre 1950 e 1968 (foto ao lado).

Atualmente o prédio é ocupado pelo Colégio Estadual Professor João Brasil, com a implantação do Ensino Médio (antigo 2o Grau) criado pela Resolução da Casa Civil nº 45, de 23/10/2007, do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Paulo Reis imortaliza versos no Memorial do Professor

No dia 06 de dovembro de 2008 foi inaugurado, na Praça do Suspiro, em Nova Friburgo, o Memorial do Professor. Homenagem única à classe no Brasil e até no exterior, a criação do memorial foi idéia do professor Carlos Alberto Freitas. O arquiteto Wesley Alves Cunha, ex-aluno do Colégio Municipal Dermeval Barbosa Moreira, foi o autor do projeto, materializado com a união de empresas friburguenses e poder público municipal.

O projeto está registrado no Crea-RJ e na Biblioteca Nacional, procedimentos que constataram não haver outro marco nesse sentido em todo o Brasil ou no exterior.

O memorial fica numa das esquinas da Praça do Suspiro, tendo sido feito em granito aqualux.

De acordo com Carlos Alberto, com esse memorial estão sendo homenageados os profissionais da educação, aqueles que ensinam todos os demais profissionais, do mais importante ao mais humilde, que ocupam desde as mais altas funções até as mais simples. “Todos foram alunos e, por terem sido alunos, é porque tiveram um professor. É um reconhecimento ao professor, uma homenagem aos meus colegas”, finalizou em entrevista concedida ao jornal A Voz da Serra ( http://www.avozdaserra.com.br/noticias.php?noticia=2184 ) (24/10/2008).

Mais sobre Paulo Reis:

Foto: Carlos Alberto Freitas e Paulo Reis junto ao Memorial.

Mapa das ruas

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Este é o mapa com as principais ruas de São José do Ribeirão. A linha em azul é o rio São José.

Subindo a R. Pitágoras Martiniano Schott, ao lado direito da matriz de São José, você chega ao loteamento de Eraldo Stutz. Esse é o único acesso.
Indo na direção de Nova Friburgo pela RJ-150, parte do caminho está pavimentado com paralelepípedos e parte está sem pavimentação até o Amparo. De lá até Friburgo o trecho está asfaltado.

Seguindo a R. Manoel Vieira Baptista (onde fica o Colégio Estadual Professor João Brasil) você chega ao Estádio Municipal Luiz Carlos Lamy Campani. É uma rua sem saída.

Percorrendo a estrada da Vargem Alta (de terra batida) é possível chegar a Mury (no município de Nova Friburgo) ou a São Pedro da Serra e daí até Lumiar.
Se o caminho escolhido for a RJ-146, pode-se chegar a Visconde de Imbé, Trajano de Moraes, ou ir para Bom Jardim e daí pegar a RJ-116, na direção de Nova Friburgo ou na direção de Duas Barras ou Cordeiro.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Vem aí o Garota Bom Jardim 2009


Foto: a ribeironense Valdilene , Garota Bom Jardim 2008.

Com sua beleza brejeira, morena e radiante, Valdilene foi a vencedora do concurso no ano passado.

Já está em fase final de elaboração mais uma edição do concurso para escolha da Garota Bom Jardim 2009, que representará o município em festas e eventos da região, em especial nas exposições agropecuárias. Assim como no ano anterior, também este ano concorrerão 10 beldades.

O evento, organizado pela Secretaria Municipal de Turismo, Esporte, Cultura e Lazer, acontecerá na sexta-feira, 19 de junho, na praça João Almeida, centro de Bom Jardim, a partir das 21 horas.

terça-feira, 2 de junho de 2009

SMUR na festa de 1º de maio de 2009

A Sociedade Musical União Ribeironense - SMUR se apresentou nos dias 1º e 2 de maio na tradicional festa em homenagem a São José operário.

Sob a regência do mestre Rubens Lack e com a presença de Clayton Ambre Guimarães, mestre da co-irmã Sociedade Musical Fraternidade Cordeirense, a banda apresentou um variado e muito aplaudido repertório.

A presidenta atual é Luzia Schumaker Pereira, que não mede esforços para manter viva a banda fundada em 13 de outubro de 1957 por Edith Rodrigues da Silva e Luiz Gonzaga Caputo Faria.
Em outros posts serão abordados mais detalhes sobre a história da banda ribeironense que completou 50 anos em 2007.

No dia 22 de maio a SMUR se apresentou na também tradicional festa de Santa Rita da Floresta, distrito de Cantagalo. A banda acompanhou a procissão pelas ruas da localidade e realizou uma retreta no palanque.
As fotos são a presentação na festa de 1º de maio em São José.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Poeta ribeironense

Paulo Reis tem poesias publicadas pela Scortecci Editora (antologia Livre Pensador, lançada na XVIII Bienal Internacional do Livro de São Paulo); na coletânea 1825 Dias de Poesia; no 3º Festival Palavreiros - Dia Mundial da Poesia; no Projeto Turístico, Histórico e Geográfico, retratando o Brasil através da poesia [e-book]; no Projeto Redação 2004, da Folha Dirigida; em jornais e websites.

Nasceu em 06 de julho de 1964, no Jaracatiá, São José do Ribeirão. Terceiro filho de uma família de sete irmãos, morou parte da sua infância na roça, pois seu pai era lavrador. O restante da infância e adolescência morou em São José do Ribeirão.

Sua vida era muito difícil. Abandonou a escola na 5ª série do Ensino Fundamental para trabalhar quebrando pedras (produzindo paralelepípedos). Seus primeiros versos foram escritos entre as décadas de 1970 e 1980.

Adulto, empregou-se no transporte coletivo e em 1985 se mudou para Nova Friburgo, onde retornou aos estudos e concluiu Ensino Médio no Colégio Estadual Dr. Feliciano Costa. Nesse estabelecimento de ensino estreitou seu relacionamento com a poesia, com apoio que recebeu da professora Ana Lúcia Farias da Silva.

Em 2003 sua poesia Friburgo foi recitada na abertura do desfile cívico-militar em comemoração aos 185 anos da cidade. A Câmara Municipal concedeu-lhe, por unanimidade, Voto de Congratulações.

Cursou Letras na Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia, em Nova Friburgo.

Leia a seguir os poemas que O Bonde Blog selecionou da obra do ilustre ribeironense.


Friburgo

Entre cascatas e serras
Tenho o verde e puro ar
Do Pico da Caledônia
De longe eu vejo o mar.
O poço é feio
Mas muita gente vai pra lá
A noiva está sempre bela
Sem nunca desencantar.
O cão espera sentado
A quem queira lhe visitar
Se a Suíça é brasileira
É porque aqui é melhor que lá.
A produção de horti-fruti
Leva o verde a muitas mesas
A capital da moda íntima
Toca o íntimo e traz riquezas.
O teleférico no Suspiro
Faz a gente suspirar
Com a vista panorâmica
Que encanta o olhar.
A praça Getúlio Vargas
Deslumbra por sua beleza
É o coração da cidade
Em meio à natureza.


Brasil

Brasil
Rico com os pés descalços
Rosto marcado sem maquiagem
Sorriso desdentado
Agrícola de barriga vazia
Sujo com grandes mananciais
Berço da corrupção
Hábitat da impunidade
De famílias sem teto
Da habilidade,
Que faz emergir da escuridão grandes estrelas
Da liberdade sem asas
Gigante dominado
De gente grande com pequenos ideais
De braços abertos,
Mas não acolhe com dignidade os seus filhos
Miserável com conta na Suíça
Miscigenado com preconceito
Do povo que canta, mas não tem voz
Dos analfabetos de tantas culturas
Dos poderosos sem lei
Que comemora com festas o sofrimento
Que deixa morrer o seu futuro
Que é surpreendido enquanto dorme
Que sonha acordado
Um dia vê-lo orgulhar.